quinta-feira, 8 de outubro de 2015

domingo, 20 de setembro de 2015

Eu e a Heroína (uma aventura)

Eu sobrevivi! Nós sobrevivemos!

Hehehe! O título parece OUTRA coisa, mas não é nada disso que você, caro leitor (!?!), está pensando.
Hoje acordei cedo, disposta a levar um pão (não um pão qualquer, mas um pão caseiro, de cenoura, delicioso e feito por mim, claro!) na casa da minha amiga Luiza (professora Luiza Nóbrega), que fica a três quilômetros da minha pelo trajeto do campus universitário. Bom, arrisquei ir de bicicleta.
A ida foi sofrível, cansativa, exaustiva (pensei que ia morrerrrr...), mas a volta, depois de um descanso e um delicioso copo de suco (não um suco qualquer, mas um soco naturalíssimo, delicioso, de cenoura com maça, laranja e hortelã, feito pela minha amiga Luiza), foi simplesmente emocionante, não só porque o retorno é sempre melhor do que a ida (é tão bom voltar pra casa!!!!), mas porque a sensação de que eu conseguiria cumprir o percurso (6 km: yes, we can!) ia, a cada pedalada, me enchendo de uma alegria de fim de semana que há tempos não vivenciava. Como é bom respirar!!!
Passei por corredores dominicais que, felizes e sorridentes, acenavam pra mim  - achando, por certo, que eu era do mesmo time atlético deles - , ao que era respondido prontamente com um aceno (e eu me achando o máximo). Em um determinado trecho, mais estreito e movimentado (nunca mais passo por lá), percebi que um automóvel se aproximou de mim, tentando uma ultrapassagem. Nossa sorte é que ambos estávamos lentos, porque, sem mais nem menos, eis que surge um homem! Um homem do nada! Um homem distraído, olhando para o Nada. Um homem cuja cabeça estava no Limbo. E, sem, mais nem menos, o homem decidiu o quê? o quê? Atravessar a rua! E bem na minha frente!!! Na frente do carro que estava prestes a me ultrapassar, a nos ultrapassar, e... Tcharannnnnn!
Resumo da ópera. Descobri que ainda tenho reflexos de capoeirista quando, para não machucá-lo, virei a bike para o lado e amorteci a queda - a minha queda - com os braços e as mãos (negativaaaaa!). O homem continuou tão distraído que nem ele percebeu que estava sendo salvo. O automóvel parou (ainda há motoristas atentos em Natal, ao contrário de alguns pedestres) e EU tive que me levantar sozinha, porque NINGUÉM me ajudou, nem o quase-atropelado.
Enfim. Foi quaaaase assim  (descontos para a minha dramaticidade ashuashuashua).

Como não podia deixar de ser, fiz o registro do caso. No caso, do joelho ralado.




Aha! Uhu!
6 km de pedal
Sem baixar ao hospital!

Eu <3 a Heroína (sim, ela tá batizada!)

We are the champions!!!! ( \o/ braços levantados de Freddie Mercury  \o/ )

:D






sexta-feira, 11 de setembro de 2015

APHOTO na rota da seca

Em 30 de agosto de 2015 a Associação Potiguar de Fotografia do RN - APHOTO - realizou mais uma expedição fotográfica, desta vez rumo ao sertão seridoense, que vive, há quatro anos, um período de estiagem de proporções imensuráveis. O roteiro abrangeu as cidades potiguares de São Rafael, Acari e Currais Novos. Em cada um desses lugares pudemos observar paisagens áridas e modificadas pela falta de chuvas. Tão doloroso quanto ver a paisagem desoladora é saber que populações inteiras dependentes das águas acumuladas nas barragens e açude passam tanta necessidade nesse momento. Voltamos a Natal com muitas imagens, mas principalmente com o desejo de que as chuvas não tardem, para o bem e a sobrevivência de toda forma de vida que depende das águas represadas nesses locais.
Deixo abaixo o link do vídeo mostrando os bastidores da viagem e, em seguida, algumas fotos minhas.

APHOTO na rota da seca (vídeo)




















terça-feira, 2 de junho de 2015

Com os pés no Pacífico

Das antigas... Das saudades... E mais um oceano visitado... Essa imagem foi feita em 2008, em Arica, no Chile, numa breve pausa entre Santiago e Machu Picchu, parte do trajeto de Guevara (Argentina - Venezuela).

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Trip Buenos Aires (III): Caminito e San Telmo





No último dia de passeio por Buenos Aires, peguei um ônibus e fui ao Caminito pela manhã. Pra variar, cheguei às 10 da manhã e estavam começando a abrir as lojas e armar as barracas de artesanato. Ainda bem, pois aquilo lá começou a ficar muito tumultuado de turistas - e eu tenho horror a turistas (hahahahaha). Do Caminito peguei outro ônibus para San Telmo, mas antes devo dizer que comi um sanduíche de bifana maravilhoso, com um, dois, três bifes dentro do pão e temperados com chimichurri, no melhor estilo comida de rua.

Os motoristas daqui são mal humorados e alguns ônibus são mais precários do que os de Natal, porém nos bancos há cintos de segurança. Não vi ninguém usando, mas eles estavam lá. Ah, enquanto eu voltava pro hotel ia pensando: se eu tivesse ganhado um real em cada vez que ouvi a palavra CAMBIO aqui nas ruas, nesse momento eu já estaria rica, riiica, riiiiiiiica!