Então tá. 2014 chegou. Serei breve na escrita da primeira das 365 páginas deste diário de vida que hoje se reinicia. Cada ano simbolicamente marca o mesmo ritmo cíclico das partidas e chegadas, das idas e vindas, de inícios e finais, de mortes e nascimentos, de plantios e colheitas... Cada um de nós espera um ano bom, um ano melhor, um ano diferente, um ano especial. Mas é preciso lembrar que de melhor, diferente, especial é a forma como nós vivemos cada evento cíclico do tempo. Então que possamos vivê-los assim, intensamente, aproveitando cada aprendizado que esses momentos nos oferecem, porque um ano que se inicia é sempre uma esperança que se renova.
Bem vindo, Ano Novo.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Coleção de Saudades
A fotografia recente foi feita ontem, durante o Jubileu de Ouro de Mineração. A primeira foi feita há 21 anos atrás, quando eu e Edna (a outra menina da foto) éramos estudantes do curso técnico de Mineração na, então, ETFRN. O encontro com amigos, com professores e com a Escola, sem querer, nos convidou também a fazer as contas das vivências, dos aprendizados, das lembranças e das saudades desse tempo mágico.
Eu e Edna,
O tempo passa, o registro marca as mudanças no corpo e na alma, mas a saudade, essa é eterna.
domingo, 15 de dezembro de 2013
Ensaio (nada acadêmico) sobre a Ribeira
Hoje fiz um programa diferente: fui, com Marina e Danilo, à Ribeira. Tudo bem, ir à Ribeira num domingo de manhã, definitivamente, não é um passeio normal. Mas quem disse que somos normais?
Além das crianças, levei a minha Canon, sim, porque o evento merecia o registro - e, nesse caso, o registro era o objetivo do programa (programa esse que estava na fila de espera, assim, só aguardando um dia de sol&disposição, algo como um dia de domingo, diria Tim Maia...).
Sim, eu sei que a Ribeira está muito longe de ser um lugar para um passeio matinal num dia de domingo, ainda mais com duas crianças impacientes com o sol e o calor que, vamos combinar, já chegou pra ficar, escaldar e torrar sem dó. Mas a Ribeira noturna, com poucas exceções, há algum tempo não mais me interessa. Minha visita de hoje foi a uma velha, conhecida e decadente senhora, uma Ribeira de concreto, lama e lixo - e alguma beleza no meio disso tudo -, uma Ribeira física e espacial, uma Ribeira que recebe as tribos sem cerimônia e sem muita discrição, e que se deixa ser inscrita, descrita, reescrita, num diálogo interminável entre todas as culturas que ali proliferam. Porque, como já dizia o poeta, a beleza é só uma questão de olhar...
Hoje fiz um programa diferente: fui, com Marina e Danilo, à Ribeira. Tudo bem, ir à Ribeira num domingo de manhã, definitivamente, não é um passeio normal. Mas quem disse que somos normais?
Além das crianças, levei a minha Canon, sim, porque o evento merecia o registro - e, nesse caso, o registro era o objetivo do programa (programa esse que estava na fila de espera, assim, só aguardando um dia de sol&disposição, algo como um dia de domingo, diria Tim Maia...).
Sim, eu sei que a Ribeira está muito longe de ser um lugar para um passeio matinal num dia de domingo, ainda mais com duas crianças impacientes com o sol e o calor que, vamos combinar, já chegou pra ficar, escaldar e torrar sem dó. Mas a Ribeira noturna, com poucas exceções, há algum tempo não mais me interessa. Minha visita de hoje foi a uma velha, conhecida e decadente senhora, uma Ribeira de concreto, lama e lixo - e alguma beleza no meio disso tudo -, uma Ribeira física e espacial, uma Ribeira que recebe as tribos sem cerimônia e sem muita discrição, e que se deixa ser inscrita, descrita, reescrita, num diálogo interminável entre todas as culturas que ali proliferam. Porque, como já dizia o poeta, a beleza é só uma questão de olhar...
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